Night Stalkers: a elite aérea que capturou Maduro

O 160º Regimento de Aviação de Operações Especiais do Exército dos EUA foi o cérebro piloto por trás da extração do líder venezuelano.

Helicóptero militar MH-60 Black Hawk dos Night Stalkers pousando sob chuva em complexo fortificado de Caracas durante operação secreta à noite.
Sob forte chuva, helicóptero modificado do 160º SOAR ("Night Stalkers") realiza infiltração tática em solo venezuelano. (Imagem: Ilustrativa/Portal)

Quem são os executores da operação aérea em Caracas

O transporte aéreo tático, o bloqueio eletrônico de radares e a infiltração por helicópteros na operação que resultou na prisão de Nicolás Maduro foram executados pelos Night Stalkers. Conhecidos oficialmente como o 160º Regimento de Aviação de Operações Especiais (SOAR) do Exército dos EUA, esses militares formam a engrenagem de pilotos mais qualificada do mundo para missões secretas em territórios hostis. A ação contra o líder venezuelano foi deflagrada na madrugada de 3 de janeiro de 2026, na capital, Caracas, sob o amparo legal de mandados de prisão emitidos pelo Departamento de Justiça de Washington por crimes de narcoterrorismo.

nfográfico com mapa tático da Venezuela detalhando as rotas aéreas de infiltração dos Night Stalkers a partir do Mar do Caribe até Caracas.Infográfico detalha o cronograma e os eixos de aproximação aérea das forças especiais sobre os alvos na capital. (Infográfico: Arte/Portal)

Como os caçadores da noite burlaram as defesas vizinhas

A inserção em solo estrangeiro foi viabilizada pelo uso de helicópteros modificados MH-60 Black Hawk e MH-47 Chinook, pilotados de forma cirúrgica pelos Night Stalkers. As aeronaves decolaram do navio de assalto anfíbio USS Iwo Jima e do navio de apoio MV Ocean Trader, que estavam estrategicamente posicionados em águas internacionais no Mar do Caribe. O voo foi conduzido em altíssima velocidade e a poucos metros do solo, utilizando tecnologia de visão noturna de última geração, o que impediu a detecção precoce pelos radares e baterias antiaéreas do governo venezuelano.

Nicolás Maduro algemado e sob escolta de operadores das forças especiais americanas no convés iluminado do navio USS Iwo Jima.

Sob estrita vigilância de oficiais armados, o líder venezuelano é processado biometricamente após extração aérea bem-sucedida. (Imagem: Ilustrativa/Portal)

A sinergia com as forças de solo na fortaleza presidencial

Enquanto o perímetro e o espaço aéreo eram controlados  com precisão absoluta pelos Night Stalkers, a invasão física do palácio e a captura de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram consumadas pelos operadores de solo da Força Delta. O planejamento logístico montado pelo Pentágono evitou o resgate do alvo por tropas aliadas na Venezuela. Imediatamente após a rendição do ex-presidente, os helicópteros do regimento realizaram a extração segura dos prisioneiros em direção ao território norte-americano, onde o julgamento federal foi agendado na cidade de Nova York pelo presidente Donald Trump.

A segurança institucional de Caracas foi assumida interinamente pela vice-presidente Delcy Rodríguez, enquanto os reflexos da precisão técnica demonstrada pelos Night Stalkers reconfiguravam o xadrez geopolítico da América Latina.

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Estudante de Comunicação Social, Jornalismo I Publisher & Diretor de Operações DigitaisEditor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer |  Especialista em Segurança Privada |  Conselheiro de Segurança
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