Levantamento do instituto mostra consolidação da oposição e redução constante de vantagem do governo no pleito presencial.
A nova rodada da pesquisa Quaest presencial, encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Globo, aponta um virada marcante na corrida à Presidência da República para as eleições de 2026. O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-03607/2026, traz o senador Flávio Bolsonaro à frente numericamente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma eventual disputa de segundo turno, alcançando 42% das intenções de voto contra 40% do atual chefe do Executivo.
O instituto realizou 2.004 entrevistas presenciais em municípios de todas as regiões do país entre os dias 10 e 13 de setembro de 2026. No cenário de segundo turno entre os dois principais polos da política nacional, brancos e nulos somam 13%, enquanto o grupo de indecisos contabiliza 5%.
Primeiro turno mantém liderança de Lula com avanço da oposição
No cenário simulado para a primeira etapa da votação, a pesquisa Quaest presencial indica que o presidente da República conserva a primeira colocação. Contudo, a diferença percentual entre os dois primeiros colocados encurtou.
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT):
- Flávio Bolsonaro (PL):
- Augusto Cury (Avante):
- Renan Santos (Missão):
- Ronaldo Caiado (PSD):
- Romeu Zema (Novo):
- Demais candidatos e indecisos:
A transferência de votos de nomes da terceira via no segundo turno desempenha papel decisivo na composição das forças. "O movimento de migração das candidaturas de centro e direita em direção ao nome do Partido Liberal consolida uma tendência de afunilamento da disputa, especialmente em estados chaves do Centro-Sul", analisou o cientista político e diretor do instituto Quaest, Felipe Nunes.
Desempenho no Sudeste impulsiona virada e desaprovação atinge 50%
A alteração na curva das intenções de voto tem como propulsor o eleitorado da Região Sudeste. Na demografia regional do segundo turno, Flávio Bolsonaro abriu vantagem de 16 pontos percentuais sobre o adversário no Sudeste, anotando 47% das preferências contra 31% de Lula.
A erosão da margem governista coincide com os índices de percepção sobre a gestão pública federal. De acordo com os dados colhidos em campo, a desaprovação da administração do Palácio do Planalto atingiu 50%, superando numericamente a taxa de aprovação, que ficou fixada em 43%.
- Lula (38%) vs. Augusto Cury (36%)
- Lula (41%) vs. Ronaldo Caiado (39%)
- Lula (41%) vs. Renan Santos (38%)
- Lula (45%) vs. Romeu Zema (33%)
A proximidade dos números em simulações com múltiplos quadros demonstra o enfraquecimento do piso eleitoral governista e desenha um ambiente de alta competitividade para o pleito.
Acesse meus artigosBacharel em Comunicação Social, Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas I Habilitado em Comunicação Estrtégica I Publisher & Especialista de Operações Digitais| Editor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer | Conselheiro de Segurança
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