Agente do BPVE foi atingido no rosto durante confronto em Guadalupe e estava internado no Hospital Getúlio Vargas
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O policial militar Charles Batista dos Santos, de 45 anos, morreu na última sexta-feira, 23 de outubro de 2026, após permanecer quase três meses internado em estado grave no Hospital Estadual Getúlio Vargas, localizado no bairro da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
O confronto na via expressa e a escalada da violência urbana
A intervenção policial teve início quando agentes do BPVE realizavam patrulhamento ostensivo ao longo da Avenida Brasil.
O ataque deflagrou uma intensa perseguição policial por importantes artérias viárias da Zona Norte do Rio de Janeiro. Durante a troca de tiros, o soldado Charles Batista dos Santos acabou atingido na região facial.
Para conter os criminosos e mitigar riscos aos motoristas que trafegavam na principal via expressa da cidade, equipes do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) prestaram apoio tático operacional. A ação conjunta resultou na prisão de quatro suspeitos e no óbito de outros dois criminosos baleados durante o tiroteio.
Legado na corporação e homenagens das forças de segurança
Ingressante nas fileiras da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) em maio de 2021, Charles Batista dos Santos somava mais de cinco anos de serviço prestado à população fluminense. Lotado na unidade especializada responsável pela segurança das principais vias expressas do estado, o soldado era reconhecido por colegas de farda por sua dedicação e empenho.
A Secretaria de Estado de Polícia Militar manifestou pesar oficial pela perda do agente e prestou solidariedade aos familiares e amigos. O corpo do policial foi velado e sepultado na tarde de sábado, 24 de outubro de 2026, no Cemitério Parque São Francisco, em Barra Mansa, cidade natal onde residem parte de seus familiares.
Investigações e combate ao crime organizado no Rio de Janeiro
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), mantém diligências ativas para esclarecer a dinâmica detalhada do confronto e individualizar as condutas dos envolvidos.
O caso reforça os desafios enfrentados no combate ao tráfico de armas e de drogas que impacta a rotina de rotas vitais do estado, como a Avenida Brasil e a Linha Vermelha. A morte do policial Charles Batista dos Santos

