Carregando...

RIMPAC 2026: Caças dos EUA atacam navio no Pacífico

Exercício Global reúne 30 Nações no Havaí para testar poder naval e ataques marítimos simultâneos


A Marinha dos EUA realizou o lançamento de caças F/A-18F Super Hornet para a execução de um exercício avançado de ataque marítimo com armamento real. A ação militar de grande porte foi integrada às atividades da 30ª edição do RIMPAC 2026 (Rim of the Pacific), considerado o maior treinamento naval do planeta, realizado no estado do Havaí, nos Estados Unidos.

O objetivo central do adestramento militar foi o afundamento controlado do ex-USS Peleliu (LHA-5), um imponente navio de guerra anfíbio com deslocamento de quase 40 mil toneladas. A embarcação, que operou por mais de 35 anos em missões de combate e ações humanitárias globais, foi utilizada como alvo estratégico para testar o impacto e a precisão de mísseis antinavio e bombas de precisão lançados pelas forças aéreas navais.

+-------------------------------------------------------------------------+
|                  RESUMO ESTRATÉGICO DA OPERAÇÃO                         |
+-------------------------------------------------------------------------+
| Local da Descolagem : Estação Aérea do Corpo de Fuzileiros Navais de    |
|                       Kaneohe Bay, Bairro de Kaneohe, Município de      |
|                       Honolulu, Estado do Havaí (EUA).                  |
| Local do Afundamento: Oceano Pacífico, 50 milhas náuticas ao norte da   |
|                       ilha de Kauai, Havaí (profundidade de 15.000 pés).|
| Data da Ação Lança : 17 de julho de 2026.                               |
| Período do RIMPAC   : 24 de junho a 31 de julho de 2026.                |
| Alvo Estratégico    : Hulk do ex-USS Peleliu (LHA-5).                   |
| Efetivo Global      : 30 países, 30 navios, 5 submarinos, 190 aeronaves |
|                       e mais de 30 mil militares envolvidos.            |
+-------------------------------------------------------------------------+

Operação de Lançamento em Kaneohe Bay

Os procedimentos operacionais foram iniciados no dia 16 de julho de 2026, quando armamento de precisão foi montado e instalado nos caças F/A-18F Super Hornet por equipes técnicas da Marinha dos EUA. O carregamento das munições ocorreu nos hangares e pátios da Estação Aérea do Corpo de Fuzileiros Navais de Kaneohe Bay, localizada no bairro de Kaneohe, município de Honolulu, na ilha de Oahu.

As decolagens para a missão de ataque marítimo foram autorizadas no dia 17 de julho de 2026. As aeronaves da Marinha dos EUA deixaram a pista militar de Kaneohe Bay em direção à zona de tiro real definida pelo Comando da Terceira Frota dos EUA. O alvo foi posicionado em águas profundas do Oceano Pacífico, a mais de 50 milhas náuticas da costa norte da ilha de Kauai, a uma profundidade estimada em 15 mil pés (aproximadamente 4,5 mil metros), garantindo total segurança ambiental e operacional.

A documentação em vídeo da operação militar foi gravada e editada pelo Sargento da Marinha dos EUA (Petty Officer 2nd Class) Christopher Nielsen, profissional de comunicação social do Defense Visual Information Distribution Service (DVIDS). O registro em vídeo exibiu detalhes da preparação dos vetores aéreos, da decolagem no Havaí e do emprego bélico sobre o casco do antigo navio anfíbio.

Cooperação Internacional no Pacífico

O exercício de afundamento (SINKEX) fez parte da programação oficial do RIMPAC 2026, executado no período de 24 de junho a 31 de julho de 2026. Sob liderança das forças americanas, a movimentação militar contou com a presença direta de 30 países parceiros, que mobilizaram 30 navios de superfície, cinco submarinos, 15 forças terrestres nacionais, mais de 190 aeronaves e mais de 30 mil militares no arquipélago havaiano.

A realização contínua de exercícios operacionais no Pacífico visa reforçar a interoperabilidade técnica das forças aliadas, além de garantir a segurança das rotas de navegação marítima e a estabilidade regional. O treinamento tático com munição real contra alvos desativados de grande porte é considerado indispensável pelos comandantes navais para medir o dano estrutural causado por mísseis modernos em navios capitais.

As imagens e registros produzidos durante o evento são de domínio público, disponibilizados oficialmente pelo Departamento de Defesa dos EUA por meio da plataforma DVIDS para fins de transparência informativa e divulgação acadêmica. 

Acesse meus artigos
Bacharel em Comunicação Social, Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas  I Habilitado em Comunicação Estrtégica Publisher & Especialista de Operações DigitaisEditor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer |  Conselheiro de Segurança

Voltar

Postar um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem

Formulário de contato