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Sniper Assombroso: A trajetória do maior Caçador das Forças Especiais Brasileira

A história do militar que se tornou referência do tiro de precisão no Exército Brasileiro

A história do sniper Assombroso, codinome operacional do 3º sargento do Quadro Especial Marco Antônio de Souza, foi consolidada como um dos maiores marcos das Operações Especiais do Exército Brasileiro. Nascido no ano de 1964, no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, Estado do Rio de Janeiro, o militar teve sua trajetória marcada pelo rigor tático e pela precisão absoluta em missões de alta complexidade. Integrante do 1º Batalhão de Forças Especiais, sediado no bairro de Niterói e posteriormente transferido para o Comando de Operações Especiais em Goiânia, Souza foi selecionado para compor o Destacamento de Contraterrorismo devido ao seu desempenho excepcional em testes de tiro a longa distância.

O aperfeiçoamento da doutrina do tiro tático de precisão pelas Forças Armadas foi impulsionado pela atuação constante de Souza entre os anos de 1983 e 2013. A alcunha de sniper Assombroso foi atribuída por companheiros de farda na Brigada de Infantaria Paraquedista, localizado no Vila Militar, zona oeste do Rio de Janeiro. A referência inicial ao personagem infantil de quadrinhos foi rapidamente transformada em um símbolo de furtividade, invisibilidade e eficiência em cenários de combate urbano e de selva.

A projeção internacional da carreira do atirador de elite ocorreu no ano de 2006, durante a participação das tropas brasileiras na Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti. Na favela de Cité Soleil, localizada na capital Porto Príncipe, posições estratégicas foram ocupadas pelo sniper Assombroso para a neutralização de ameaças armadas que hostilizavam a população civil e as patrulhas de paz. A precisão técnica demonstrada nas operações urbanas da capital haitiana garantiu uma taxa de acerto de 100 por cento sem o registro de danos colaterais a inocentes.

Além das operações internacionais de garantia da lei e da ordem, missões de combate ao garimpo ilegal e à transnacionalidade do crime foram executadas por Marco Antônio de Souza na Região Amazônica. No ano de 2010, o suporte tático e humanitário foi prestado novamente em Porto Príncipe, após o terremoto devastador que atingiu o país caribenho. O emprego do fuzil de alta precisão Heckler & Koch PSG-1 de calibre 7,62 mm foi consagrado pela doutrina militar brasileira através das ações conduzidas pelo Caçador durante o seu período em serviço ativo.

A passagem do 3º sargento do Quadro Especial para a reserva remunerada foi registrada no ano de 2013, após a conclusão de 30 anos de serviços prestados ao Exército Brasileiro. O legado operacional do sniper Assombroso foi eternizado na obra biográfica "Eu, Minha Arma e o Alvo", escrita pelos jornalistas Nathalia Alvitos e André Moragas e lançada pela Editora Rocco. Treinamentos, palestras e instruções técnicas continuam sendo ministrados por Souza para forças policiais e unidades de operações especiais em todo o território nacional.

A importância do compartilhamento de experiências táticas foi destacada pelo próprio Marco Antônio de Souza na publicação de sua biografia, ao afirmar que "a preparação mental e a disciplina do caçador são mais determinantes para o sucesso da missão do que a própria arma executora". O conhecimento desenvolvido ao longo de três décadas permanece como fonte de doutrina para o aperfeiçoamento de atiradores de ptrcisãem todo o Brasil.

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Bacharel em Comunicação Social, Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas  I Habilitado em Comunicação Estrtégica Publisher & Especialista de Operações DigitaisEditor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer |  Conselheiro de Segurança

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