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7 postos fechados por Irregularidades no Rio de Janeiro

Fiscalização interdita estabelecimentos clandestinos na Capital Fluminense

Fiscalização e interdição de postos de combustível no Rio de Janeiro

Sete estabelecimentos foram interditados e um empresário foi preso em flagrante durante uma megaoperação coordenada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e pela Secretaria de Estado de Fazenda (SEFAZ-RJ). A ação contra 7 postos fechados por irregularidades no Rio foi realizada na quarta-feira, 16 de setembro de 2026, com o apoio do Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal (GAESF). As fiscalizações concentraram-se nas Zonas Norte e Oeste da capital fluminense, cobrindo os bairros do Rio Comprido, Irajá, Bangu e Santa Cruz, no município do Rio de Janeiro.

Durante as diligências no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro, um empresário responsável por um dos locais foi preso pelas autoridades policiais após constatada a comercialização de combustível adulterado. Nos bairros de Irajá e Bangu, bombas de combustível e máquinas de cartão de crédito foram apreendidas por inconsistências cadastrais e divergências volumétricas. No Rio Comprido, na Zona Norte, identificou-se que um dos postos operava ativamente mesmo estando com o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) totalmente impedido pela SEFAZ-RJ.

A ofensiva foi motivada pelo mapeamento da fiscalização estadual, que apontou quase dois mil pontos com indícios de fraude fiscal e operacional no setor de combustíveis adulterados no estado. De acordo com os promotores do GAESF, o esquema financiava grupos criminosos organizados e gerava concorrência desleal na venda de gasolina adulterada. As irregularidades detectadas pela operação policial variaram desde a ausência de alvará de funcionamento até fraudes mecânicas conhecidas como "bomba baixa", além da sonegação massiva de tributos estaduais.

Para evitar lesões ao bolso dos consumidores, a SEFAZ-RJ, em parceria com o Instituto Combustível Legal (ICL), recomendou o uso de ferramentas de consulta pública e denunciou que as fiscalizações continuarão rigorosas em todo o Rio de Janeiro. O empresário detido em Santa Cruz foi encaminhado à delegacia da região e responderá por crimes contra a economia popular e as relações de consumo.

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Bacharel em Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas  I Habilitado em Comunicação Estrtégica I Publisher & Especialista de Operações Digitais| Editor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer |  Conselheiro de Segurança

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