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Operação Força Integrada IV prende 106 suspeitos no país

Operação policial coordenada foi deflagrada pela Polícia Federal e pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado em 19 estados brasileiros.

Agentes de segurança pública reunidos em operação policial integrada no Brasil.
Policiais e agentes das forças integradas atuam no cumprimento de mandados durante a Operação Força Integrada IV.

Uma ação coordenada policial culminou na prisão de 106 pessoas e no cumprimento de 173 mandados de busca e apreensão em 19 unidades da Federação na quarta-feira, 16 de setembro de 2026. A ofensiva nacional, denominada Operação Força Integrada IV, foi deflagrada pela Polícia Federal em conjunto com a Secretaria Nacional de Políticas Penais e as secretarias estaduais de segurança pública. Durante a intervenção conjunta, bloqueios e sequestros de bens no valor total de R$ 508 milhões foram determinados pela Justiça Federal e pelas varas criminais estaduais para desmantelar o patrimônio financeiro do crime organizado.

As medidas judiciais foram executadas pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado, conhecidas pela sigla FICCO. O modelo cooperativo é composto por policiais federais, civis, militares, penais e rodoviários federais, além de guardas municipais. A coordenação geral das equipes foi centralizada no Centro Integrado de Comando e Controle Nacional, localizado em Brasília, no Distrito Federal.

Investigações sobre tráfico transnacional de drogas, lavagem de capitais, extorsão, homicídios e porte ilegal de armas de fogo motivaram a deflagração da megaoperação. O maior bloqueio financeiro da ação, montante fixado em R$ 412,5 milhões, foi registrado no estado do Tocantins durante a Operação Rota Araguaia II. Paralelamente, na Bahia, 45 mandados de prisão foram cumpridos na Operação Eirene II pela FICCO local, que também realizou 57 buscas em imóveis ligados a facções criminosas.

Ordens judiciais e apreensões adicionais foram contabilizadas nos estados do Acre, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Roraima, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo. Imóveis de luxo, veículos de alto valor, armas de fogo e quantias em dinheiro vivo foram apreendidos por agentes públicos ao longo das diligências estaduais.

O desmantelamento das estruturas logísticas e financeiras foi destacado pelas autoridades públicas como a prioridade da ação coordenada policial. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a atuação integrada entre os órgãos federais e estaduais visa impedir a reconstituição operacional dos grupos investigados. Os detidos no processo foram encaminhados às sedes da Polícia Federal e às delegacias da Polícia Civil dos respectivos estados para a formalização dos autos e posterior transferência ao sistema prisional. 

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Bacharel em Comunicação Social, Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas  I Habilitado em Comunicação Estrtégica Publisher & Especialista de Operações DigitaisEditor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer |  Conselheiro de Segurança

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