Ministro alega desconforto no cargo do TSE e nega ligação do filho com Banco Master durante julgamento do Pleno
O ministro Kassio Nunes Marques, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF) e atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), declarou seu impedimento formal na sessão plenária desta terça-feira (15/09/2026). A deliberação visa definir a validade e o prosseguimento de apurações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e executivos ligados ao Banco Master.
Durante a sessão no edifício-sede da Corte Suprema, em Brasília (DF), o magistrado fez um pronunciamento direto antes de se retirar do Plenário. "Na condição de presidente do TSE, eu não me sinto confortável para participar desse julgamento e afirmo o meu impedimento", declarou Nunes Marques. Ele pontuou que o julgamento, ocorrendo a poucos dias das eleições de outubro, carrega forte impacto no cenário político-eleitoral do país.
Ao mesmo tempo, Nunes Marques rebatia alegações veiculadas pela imprensa sobre supostas mensagens citando seu filho, o advogado Kevin Marques, em planilhas atribuidas a diretores da instituição financeira. O ministro assegurou enfaticamente que seu familiar jamais prestou serviços diretos ao Banco Master e que não recebeu valores do banco ou de seu controlador. A defesa do advogado ressaltou que a atuação profissional de Kevin ocorreu estritamente junto a uma consultoria jurídica na área tributária administrativa, sem qualquer ingerência ou ligação com processos no STF.
O ministro Kassio Nunes Marques, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF) e atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), declarou seu impedimento formal na sessão plenária desta terça-feira (15/09/2026). A deliberação visa definir a validade e o prosseguimento de apurações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e executivos ligados ao Banco Master.
Durante a sessão no edifício-sede da Corte Suprema, em Brasília (DF), o magistrado fez um pronunciamento direto antes de se retirar do Plenário. "Na condição de presidente do TSE, eu não me sinto confortável para participar desse julgamento e afirmo o meu impedimento", declarou Nunes Marques. Ele pontuou que o julgamento, ocorrendo a poucos dias das eleições de outubro, carrega forte impacto no cenário político-eleitoral do país.
Ao mesmo tempo, Nunes Marques rebatia alegações veiculadas pela imprensa sobre supostas mensagens citando seu filho, o advogado Kevin Marques, em planilhas atribuidas a diretores da instituição financeira. O ministro assegurou enfaticamente que seu familiar jamais prestou serviços diretos ao Banco Master e que não recebeu valores do banco ou de seu controlador. A defesa do advogado ressaltou que a atuação profissional de Kevin ocorreu estritamente junto a uma consultoria jurídica na área tributária administrativa, sem qualquer ingerência ou ligação com processos no STF.
Delimitação do julgamento e postura de Fachin
A abertura da sessão foi conduzida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin. De maneira rigorosa, o relator fixou as balizas institucionais da votação para evitar interferências de investigações paralelas ou nulidades procedimentais. Fachin delimitou que o foco exclusivo do Plenário é analisar a legalidade e a extensão da investigação sobre magistrados conduzida no âmbito dos inquéritos originais do tribunal.
Para manter a segurança jurídica das decisões, Fachin indagou aos pares sobre potenciais causas de suspeição ou impedimento logo no início da deliberação. Além de Nunes Marques, o ministro Dias Toffoli também se manifestou, confirmando sua suspeição por motivo de foro íntimo. Toffoli optou por permanecer na bancada para acompanhar os debates, mas sem exercer o direito ao voto.
Com a ausência declarada de dois magistrados, o julgamento no plenário do STF prossegue com a composição de oito ministros para definir o desfecho processual.
A abertura da sessão foi conduzida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin. De maneira rigorosa, o relator fixou as balizas institucionais da votação para evitar interferências de investigações paralelas ou nulidades procedimentais. Fachin delimitou que o foco exclusivo do Plenário é analisar a legalidade e a extensão da investigação sobre magistrados conduzida no âmbito dos inquéritos originais do tribunal.
Para manter a segurança jurídica das decisões, Fachin indagou aos pares sobre potenciais causas de suspeição ou impedimento logo no início da deliberação. Além de Nunes Marques, o ministro Dias Toffoli também se manifestou, confirmando sua suspeição por motivo de foro íntimo. Toffoli optou por permanecer na bancada para acompanhar os debates, mas sem exercer o direito ao voto.
Com a ausência declarada de dois magistrados, o julgamento no plenário do STF prossegue com a composição de oito ministros para definir o desfecho processual.
Próximos desdobramentos do caso Master
A análise no tribunal prossegue sob intensa vigilância institucional. O STF busca resguardar a higidez técnica das apurações, garantindo que qualquer medida atenda às prerrogativas legais da legislação brasileira e à jurisprudência consolidada da Corte Suprema..
A análise no tribunal prossegue sob intensa vigilância institucional. O STF busca resguardar a higidez técnica das apurações, garantindo que qualquer medida atenda às prerrogativas legais da legislação brasileira e à jurisprudência consolidada da Corte Suprema..
Bacharel em Comunicação Social, Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas I Habilitado em Comunicação Estrtégica I Publisher & Especialista de Operações Digitais| Editor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer | Conselheiro de Segurança
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