O Exército Brasileiro mobiliza mais de 240 instituições públicas e privadas para o Exercício Guardião Cibernético 8.0, a maior simulação de ataques cibernéticos do Hemisfério Sul.
A iniciativa é coordenada pelo Comandante de Defesa Cibernética, General de Divisão Alan Denilson Lima Sampaio, sob a chancela do Ministério da Defesa.
Vulnerabilidade de infraestruturas estratégicas no radar militar
Durante os cinco dias de treinamento intenso, as equipes enfrentam cenários hipotéticos de alta complexidade. As simulações abrangem incidentes que variam desde o sequestro de dados corporativos (ransomware) até investidas contra sistemas de controle industrial SCADA, responsáveis pela operação de barragens e redes elétricas.
Entre os participantes civis destacam-se a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a Eletrobras e a Eletronuclear.
"A defesa cibernética moderna exige uma postura proativa e integrada. Não se trata apenas de proteger computadores, mas de assegurar a continuidade de serviços vitais para a sociedade brasileira em momentos de crise", afirmou o General Alan Denilson Lima Sampaio durante a apresentação diretiva do exercício militar.
A segurança da informação tornou-se pilar central na doutrina de defesa nacional. O volume de investidas digitais no país justifica o rigor da operação: relatórios de inteligência militar apontam que o Brasil sofre bilhões de tentativas de acessos não autorizados anualmente, figurando entre os principais alvos de instabilidade digital na América Latina.
Cooperação internacional e participação da sociedade civil
Além das simulações táticas, a programação conta com a competição de simulação no formato Capture The Flag (CTF). O evento reúne militares de 29 nações amigas, alunos de colégios militares e especialistas civis de TI na chamada Operação Curupira III.
Pela primeira vez, a FEBRABAN lidera um exercício simultâneo de tabletop, testando como executivos, diretores jurídicos e gestores de crise tomam decisões sob forte pressão de um ataque digital massivo. A medida visa aprimorar os protocolos de comunicação e isolamento de sistemas afetados.
Com o avanço de ameaças híbridas e o uso crescente de inteligência artificial por grupos criminosos globais, o treinamento consolida o papel das Forças Armadas na tutela do espaço cibernético brasileiro. Os resultados e diagnósticos levantados ao fim da operação servirão de base para a atualização do Plano Nacional de Defesa Cibernética.]
Acesse meus artigosBacharel em Comunicação Social, Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas I Habilitado em Comunicação Estrtégica I Publisher & Especialista de Operações Digitais| Editor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer | Conselheiro de Segurança
Bacharel em Comunicação Social, Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas I Habilitado em Comunicação Estrtégica I Publisher & Especialista de Operações Digitais| Editor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer | Conselheiro de Segurança