Aulas são suspensas no campus de Realengo após intimidação
Uma grave confusão registrada na última segunda-feira (5), durante o horário de saída dos estudantes no Colégio Pedro II de Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, resultou na suspensão das aulas e mobilizou as autoridades policiais do estado. Um pai de aluna invadiu o campus e perseguiu uma docente pelo pátio da instituição federal após alegar que a profissional teria gritado com sua filha.
Escalada de tensão e invasão no pátio escolar
O episódio de violência teve início no final da tarde da última segunda-feira (5), no momento em que os alunos deixavam as dependências do campus.
A alegação de que a docente teria elevado o tom de voz com a aluna serviu de justificativa para que o homem ultrapassasse os limites do controle de acesso, entrasse no pátio e perseguisse a professora, proferindo ameaças verbais em voz alta. A situação gerou pânico entre os presentes, exigindo intervenção imediata de funcionários para conter o avanço do agressor e resguardar a integridade física da trabalhadora da educação.
Reação institucional e paralisação das atividades
Diante da gravidade da ocorrência, a Direção-Geral do Colégio Pedro II agiu rapidamente para prestar apoio integral à docente agredida, que recebeu acolhimento psicológico e jurídico por parte dos órgãos centrais da rede federal. Como medida drástica de repúdio à violência e para garantir a segurança da comunidade acadêmica, a administração decidiu suspender as atividades escolares na terça-feira (6), retomando a rotina de aulas nesta quarta-feira (7).
Em nota oficial divulgada à imprensa e à comunidade escolar, a instituição reforçou que cuidar de quem educa é premissa inegociável e que atos de hostilidade dentro do ambiente acadêmico não serão tolerados.
Investigação criminal e reforço na segurança
O caso foi registrado na 33ª Delegacia de Polícia (Realengo), unidade da Polícia Civil que assumiu as investigações sob a tipificação de crime de ameaça.
A Secretaria de Segurança Pública e a administração do colégio avaliam em conjunto a necessidade de revisar os protocolos de portaria e o controle de circulação de visitantes nos campi da rede federal, visando coibir a entrada de pessoas não autorizadas e blindar professores e alunos contra novos episódios de violência urbana projetada para o interior das escolas.
Acesse meus artigosBacharel em Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas I Habilitado em Comunicação Estrtégica I Publisher & Especialista de Operações Digitais| Editor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer | Conselheiro de Segurança
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