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Fiscalização de helicópteros é exigida após tragédias no rio

Prefeitura cobra rigor da ANAC sobre voos panorâmicos depois de sucessivos acidentes fatais na capital fluminense

Fiscalização técnica de helicóptero no Rio de Janeiro
Operações de voos panorâmicos passam por auditoria técnica intensificada pelas autoridades de aviação no Rio de Janeiro.

A fiscalização de helicópteros operados por empresas de voos panorâmicos no município do Rio de Janeiro passou a ser cobrada com prioridade máxima pelas autoridades municipais junto à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) no sábado, 8 de agosto de 2026, após a ocorrência do terceiro acidente aéreo fatal registrado na capital fluminense no ano, elevando o total para 13 vítimas mortas. A mobilização imediata foi anunciada pelo prefeito Eduardo Cavaliere após a queda de um helicóptero Robinson R44 na região da Vista Chinesa, no Parque Nacional da Tijuca, bairro Alto da Boa Vista, que provocou a morte do piloto Alessandro Rocha e de três passageiras de nacionalidade colombiana, identificadas como Rocio Cubillos, Wendy Manrique e Sofia Murillo.

Sequência de acidentes mobiliza autoridades do Estado do Rio de Janeiro

O cenário de alerta na aviação civil estadual foi intensificado por acidentes graves registrados no primeiro semestre. Em 17 de janeiro de 2026, a queda de uma aeronave no bairro de Guaratiba, Zona Oeste da capital, causou as mortes de um Major da Força Aérea Brasileira (FAB), de um Capitão do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) e de um instrutor de voo. Posteriormente, no dia 14 de junho de 2026, uma colisão no ar entre dois helicópteros sobre o bairro do Recreio dos Bandeirantes vitimou seis pessoas, incluindo o cantor norte-americano Oliver Tree, o influenciador argentino Gaspar Prim, o diretor Lucas Vignale, o produtor Lucas Frota e os pilotos Alexandre Souza e Charles Marsillac.

Com o somatório de dez mortes ocorridas em um intervalo de apenas 55 dias entre os episódios do Recreio dos Bandeirantes e da Vista Chinesa, o governo municipal solicitou formalmente à ANAC a realização de vistorias extraordinárias e a avaliação sobre a suspensão temporária das operações turísticas. O objetivo da medida é assegurar a revisão completa dos certificados operacionais e garantir a conformidade das empresas prestadoras de Serviços Aéreos Especializados (SAE).

Investigações técnicas e parâmetros de tráfego aéreo no espaço urbano

A apuração das causas das ocorrências está sendo conduzida pelo CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) em conjunto com a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. Paralelamente, levantamentos operacionais do Comando da Aeronáutica e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) revelaram que cerca de 28% das aeronaves monitoradas na região do Aeroporto de Jacarepaguá descumpriam o limite mínimo de altitude de 500 pés (150 metros) em áreas urbanas.

Em resposta ao descumprimento das regras de navegação visual, órgãos reguladores e o Ministério Público Federal (MPF) reforçaram a exigência do cumprimento das altitudes de segurança e a implementação de novos pontos de notificação obrigatória para aeronaves leves que realizam passeios pela orla e pela Floresta da Tijuca.

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Bacharel em Comunicação Social, Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas  I Habilitado em Comunicação Estrtégica Publisher & Especialista de Operações DigitaisEditor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer |  Conselheiro de Segurança

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