A expansão da criminalidade sistêmica e o monitoramento rigoroso pelas autoridades penitenciárias no estado fluminense
A articulação da dissidência e o cenário nos presídios
O sistema penitenciário do estado do Rio de Janeiro foi abalado pelo surgimento oficial de uma nova organização criminosa, batizada de Primeiro Comando do Golpe.
Conflitos internos e a rota da violência urbana
As primeiras manifestações de força da organização foram registradas em unidades críticas da capital fluminense. No dia 23 de julho de 2026, no Presídio Lemos de Brito, situado no Complexo de Gericinó, no bairro Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro, uma galeria inteira foi incendiada durante disputas territoriais internas.
A resposta enérgica do Estado e o isolamento dos líderes
Diante do risco iminente de um banho de sangue nas unidades prisionais, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEPPEN), com o auxílio estratégico da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), deflagrou uma série de intervenções corretivas. Seis detentos apontados como os principais articuladores da nova facção foram rigorosamente isolados.
Acesse meus artigosBacharel em Comunicação Social, Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas I Habilitado em Comunicação Estrtégica I Publisher & Especialista de Operações Digitais| Editor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer | Conselheiro de Segurança
Bacharel em Comunicação Social, Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas I Habilitado em Comunicação Estrtégica I Publisher & Especialista de Operações Digitais| Editor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer | Conselheiro de Segurança