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Golpistas clonam celular do ministro da Defesa e pedem dinheiro

Criminosos invadiram o WhatsApp de José Múcio Monteiro para abordar contatos, simular evento beneficente e solicitar transferências bancárias via Pix.


O celular do ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, foi alvo de uma invasão cibernética na manhã da última sexta-feira (18), na capital federal. Criminosos conseguiram clonar a conta do ministro no aplicativo de mensagens WhatsApp e passaram a abordar contatos da agenda pessoal e profissional do chefe da pasta. Os estelionatários utilizaram a foto oficial de Múcio e enviaram mensagens em tom informal para solicitar transferências bancárias via Pix, sob o pretexto de arrecadar fundos para um suposto evento beneficente em prol do combate à vulnerabilidade social infantil.

O esquema fraudulento solicitava colaborações no valor individual de R$ 5 para a participação no encontro fictício. Durante a abordagem, o golpista pedia para a vítima confirmar o sistema operacional do aparelho (Android ou iOS) com a justificativa de enviar um convite em formato digital. Em seguida, o invasor orientava a conversa para um segundo contato, identificado como "Pedro Reis" — apresentado falsamente como sobrinho e assessor do integrante do governo federal —, responsável por fornecer os dados bancários e recolher os depósitos Pix.

A assessoria de imprensa do Ministério da Defesa confirmou a invasão da linha corporativa e do aplicativo de mensagens por meio de nota oficial emitida em Brasília, no Distrito Federal. Logo após a detecção do acesso indevido por órgãos de inteligência da Esplanada dos Ministérios, a equipe técnica da pasta acionou os protocolos de emergência de segurança da informação. O canal do ministro no WhatsApp transmitiu um alerta geral aos contatos recomendando que desconsiderassem qualquer solicitação de envio de valores ou ações operacionais.

O caso gerou alerta nas equipes de tecnologia e inteligência do Poder Executivo, diante do risco de vazamento de informações sigilosas relativas às Forças Armadas e à segurança nacional. A Polícia Federal e as áreas especializadas em crimes cibernéticos assumiram as apurações do caso para identificar a origem do ataque técnico, mapear a chave Pix utilizada no recolhimento dos valores ilícitos e responsabilizar os autores da clonagem.

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Bacharel em Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas  I Habilitado em Comunicação Estrtégica Publisher & Especialista de Operações DigitaisEditor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer |  Conselheiro de Segurança

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