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EUA autorizam fuzilamento de ex-major por massacre de 2009

Presidente Donald Trump aprovou a execução por pelotão de fuzilamento de Nidal Malik Hasan, ex-psiquiatra do Exército que matou 13 pessoas na base de Fort Hood, marcando a primeira pena capital militar no país desde 1961.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou a ordem formal para a execução por pelotão de fuzilamento do ex-major e ex-psiquiatra do Exército Nidal Malik Hasan, condenado pelo massacre na base de Fort Hood, localizado no município de Killeen, no estado do Texas, em um atentado que vitimou 13 pessoas em 5 de novembro de 2009. A medida histórica foi anunciada pelo Pentágono por meio de um comunicado divulgado pelo porta-voz Sean Parnell, representando um marco inédito na justiça militar norte-americana ao romper com um jejum de execuções que perdura por mais de seis décadas.

O histórico do atentado e a condenação militar

O ataque ocorreu em um centro de processamento de pessoal na base militar de Fort Hood, onde Nidal Malik Hasan abriu fogo contra soldados utilizando uma pistola semiautomática e carregadores ampliados. O atirador, motivado por extremismo islâmico e oposição às intervenções militares norte-americanas no Oriente Médio, deixou 13 mortos e mais de 30 feridos antes de ser alvejado por policiais e imobilizado. O ferimento o deixou paraplégico, confinando-o a uma cadeira de rodas.

Em agosto de 2013, um júri composto por oficiais militares condenou unanimemente o ex-militar por homicídio premeditado e dezenas de tentativas de assassinato. Durante o processo conduzido na corte marcial, o réu optou por representar a si mesmo, abdicando de apresentar testemunhas de defesa. Após exaustivos recursos nas instâncias castrenses, a Corte de Apelações das Forças Armadas manteve a sentença em 2024, e a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou o último apelo do condenado no início de 2025, esgotando as possibilidades jurídicas e abrindo caminho para a sanção presidencial.

O peso histórico e os trâmites do fuzilamento

Caso seja levada a termo, esta será a primeira execução militar nos Estados Unidos desde 1961, ano em que o soldado John Bennett foi enforcado após condenação por crimes graves. Historicamente, o último fuzilamento executado oficialmente pelas Forças Armadas norte-americanas ocorreu no final da Segunda Guerra Mundial, em novembro de 1945.

O secretário de Defesa, Pete Hegseth, defendeu publicamente o desfecho do processo jurídico e compartilhou a decisão com o lema de que a justiça finalmente prevaleceria para os soldados caídos. Atualmente detido na penitenciária militar de segurança máxima de Fort Leavenworth, no estado do Kansas, o condenado aguarda os detalhes operacionais. Segundo as diretrizes do Pentágono, caberá ao Secretário do Exército dos Estados Unidos definir a data exata, o local preciso e o formato logístico da aplicação da pena capital. 

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Bacharel em Jornalismo I Pós-graduando em Ciências Políticas  I Habilitado em Comunicação Estrtégica I Publisher & Especialista de Operações Digitais| Editor Gráfico | Gerente de Projetos | Operador de Comunicações | Produtor Cultural e de Eventos | Fotógrafo | Design Gráfico | Web Designer |  Conselheiro de Segurança

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